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Esportes - Local - 3 semanas atrás

Peão brasileiro morre aos 22 anos em competição na Califórnia

Amadeu se tornou vice-campeão brasileiro em 2019, estreou nos EUA no evento Velocity Tour em Edimburgo, no Texas. No final da temporada 2020 ele conseguiu chegar nas finais do mundial e neste ano tentava novamente o feito.

JSNEWS – Amadeu Campos Silva, peão brasileiro de 22 anos, morreu pisoteado por um touro enquanto disputava a categoria Velocity Tour, segunda divisão da Professional Bull Riders (PBR), nesse domingo (29/8), na arena de Fresno no estado americano da Califórnia. Amadeu é o primeiro brasileiro a morrer nas disputas da PBR norte-americana, competição que é dominada pelos peões do Brasil há anos.

O peão João Ricardo Vieira, atualmente o quinto no ranking mundial, homenageou o amigo no Facebook. Na postagem, ele escreveu: “Respeitem os peões. Quando saímos de casa, não sabemos se iremos voltar. Quando acenamos a cabeça nos brites, não sabemos se iremos fazer isso outra vez”.

Amadeu Campos Silva reprodução instagram

Lívia Campos, irmã de Amadeu, fez uma homenagem ao peão nesta terça-feira, postando uma foto de quando ambos eram crianças. Nos comentários, dezenas de pessoas dão os pêsames e desejam força para a jovem e seus pais.

No perfil do Facebook da mãe de Amadeu, Rosa de Luz, a última postagem pública, feita há um dia, remete a um incentivo para o filho: “Será que o povo aqui gosta? Meu Amadeuzim”, escreveu ela, que marcou o peão. O vídeo postado junto não está mais disponível, mas comentários indicam que era o jovem sendo aplaudido.

O que diz o Itamaraty
Em nota, o Itamaray informou que o Consulado Geral do Brasil em São Francisco está à disposição da família de Amadeu:

“O Consulado Geral do Brasil em São Francisco está à disposição para prestar a assistência cabível aos familiares do brasileiro, respeitando-se os tratados internacionais vigentes e a legislação local. Os contatos dos consulados podem ser acessados pelo seguinte link: https://www.gov.br/mre/pt-br

Em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, os consulados brasileiros poderão prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com autoridades locais e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito. O traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior para o Brasil é uma decisão da família. Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.

Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, informações detalhadas poderão ser repassadas somente mediante autorização dos envolvidos. Assim, o MRE não poderá fornecer dados específicos sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros”. 

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