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Esportes - 4 semanas atrás

Frases Célebres do Futebol Brasileiro – Sport Total por Alfredo Melo

Por : Alfredo Melo

Gentil Cardoso treinador de Futebol, explicando aos jogadores porque tem que rolar a bola, ao invés de dar chutões: A bola e feita de couro; o couro vem da vaca; a vaca come grama. Então, bola tem tudo a ver com a grama.
Gentil Cardoso, ao ser contratado para treinar o Fluminense em 1946. Pediu, recebeu e cumpriu: Me deem Ademir Menezes e dou o título ao Fluminense.
Didi explicando aos jornalistas, por que era contra a marcação por pressão: Pra que ficar correndo atrás do adversário, perto da area deles, se eles vão ter que passar por aqui, no meio de campo.

Dario o “Peito de Aço”: Só três coisas param no ar; Beija-Flor, Helicoptero e Dada.

Heleno de Freitas, ao pedir rescisão de contrato com o Vasco, em 1949, onde jogou somente 12 partidas. No Vasco não jogo mais, o Danilo e o Ademir, não passam a bola pra mim por ciúme.

Os outros, porque não sabem. Dario “Peito de Aco”: Com Dada em campo, não tem placar em branco.

Paulo Izidoro, atacante do Galo, ao desembarcar em Belém, para um jogo contra o Clube do Remo: To muito feliz em poder jogar na cidade onde Jesus nasceu.

Moisés, ex-zagueiro de Bonsucesso, Vasco, Botafogo, Bangú e Corinthians: Da medalhinha pra baixo, tudo e canela. Gerson, o canhotinha de Ouro, comentando com amigos em 1969, quando chegou ao Sao Paulo: É duro jogar no São Paulo. Olho pra direita é o Terto. Olha pra esquerda é o Paraná.
Zagallo, treinador da seleção brasileira, desabafando contra a imprensa: Vocês vão ter que me engolir.

Garrincha, na Copa do Mundo de 1958, após a goleada sobre a Suécia: Já acabou. Campeonato mixuruca, não tem nem returno.
Galvao Bueno, locutor da Tv Globo: Pode isso, Arnaldo.
Danilo Alvim, jogador do Vasco, conhecido como o “Príncipe“, discutindo com o treinador Flavio Costa: Quer me ensinar futebol? Quando você jogava como zagueiro, teu apelido era “Alicate”.

João Saldanha, após o anúncio da sua demissão e da dissolução da comissão técnica da seleção brasileira: Eu não sou sorvete pra ser dissolvido.
Sandro Moreyra para um torcedor brasileiro no mundial de 1966, ao responder um desabafo do torcedor, após a eliminação da seleção na primeira fase. E agora o que é que eu fraco? Termina de pagar as prestações do pacote. Flavio Costa, treinador da seleção brasileira, no mundial de 1950: O futebol brasileiro só evoluiu, dentro de campo.

Oto Glória, treinador brasileiro, que conseguiu o terceiro lugar no mundial de 1966, com a seleção portuguesa: Em Portugal, quando você vence, e bestial, e quando perde e uma besta.
Oto Glória, após ser demitido do cargo no Vasco: Sem ovos, ninguém faz omelete.

Gentil Cardoso, treinador de futebol: Quem pede, recebe. Quem desloca tem preferência.
Gentil Cardoso, ao receber um jovem jogador, indicado por um diretor do clube, para um teste: Gentil: – Em que posição você joga? jogador: – Brinco nas 11. Gentil: Ok, pode ir embora. Aqui é futebol profissional, não é lugar de Brincadeira.

Vanderlei Luxemburgo nas entrevistas após os jogos; Se o time vence. (Eu venci), Se o time empata; (Nós empatamos). Se o time perde. (Eles “jogadores’ perderam).

Bem, até que enfim o Alfredo Melo assume a verdade que nunca quis calar: ele é o Gatinho Cruel, que agora sai de cena para dar lugar ao seu criador. Enorme criatura no sentido literal, na bondade, no caráter e no conhecimento profundo do futebol e das coisas boas da vida, inclusive pratos deliciosos. Ah, tem também a paixão pelo Botafogo cada dia maior

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