O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), confirmou que a solenidade de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foi antecipada em duas horas e ocorrerá às 15h, em 1º de janeiro. Segundo ele, a mudança foi para atender a um pedido do próprio Bolsonaro.

A cerimônia está sendo organizada por uma equipe multidisciplinar com integrantes do Congresso Nacional, da Presidência da República e do Ministério das Relações Exteriores. Há solenidades nos três locais.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para as 11h da manhã do dia 10 de dezembro (uma segunda-feira) a diplomação do futuro presidente. A solenidade habilita todos os eleitos para o exercício do cargo.

A data limite para a diplomação é 19 de dezembro, mas foi antecipada por causa de um novo procedimento cirúrgico que Bolsonaro deve se submeter no dia 12 para a retirada da bolsa de colostomia, que usa após a facada que sofreu em Juiz de Fora (MG) em setembro.

A operação será feita pela equipe do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde o presidente eleito se recuperou do ataque. Bolsonaro estima que a recuperação após o novo procedimento dure cerca de uma semana.

Com o adiantamento da diplomação, o TSE também vai priorizar a análise das contas de campanha de Bolsonaro — que devem estar julgadas antes desta cerimônia.

A área técnica da corte apontou em relatório uma série de indícios de irregularidades na prestação de contas e de omissão de gastos da campanha do presidente eleito. A defesa de Bolsonaro afirma que prestará os esclarecimentos dentro do prazo estipulado pelo TSE.

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