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Mundo - Novo Normal - Saúde - Tecnologia - 2 semanas atrás

Mais de 50% dos europeus podem contrair a ômicron até março, diz OMS

Mais da metade da população europeia pode ser infectada com a ômicron nos próximos dois meses, segundo estimativa baseada no ritmo atual de infecções. Região europeia registrou 7 milhões de novos casos em uma semana.

Por Deutsche Welle – Mais da metade da população da Europa terá contraído a variante ômicron do novo coronavírus nos próximos dois meses caso os números de infecções continuarem nas taxas atuais, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O prognóstico é baseado em uma estimativa do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME) da Universidade de Washington, citado pelo diretor da secção europeia da OMS, Hans Kluge, em entrevista coletiva nesta terça-feira (11/01).

“Nesse ritmo, o Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde prevê que mais de 50% da população da região será infectada com a ômicron nas próximas seis a oito semanas”, disse Kluge. “Os dados coletados nas últimas semanas confirmam que a ômicron é altamente transmissível, porque suas mutações permitem que ela se ligue mais facilmente às células humanas e pode infectar até mesmo aqueles que foram previamente infectados ou vacinados.”

Sete milhões de novos casos em uma semana
Kluge declarou que 26 países da divisão europeia da OMS – que compreende 53 países, incluindo alguns da Ásia Central – relataram que mais de 1% de suas populações estão sendo infectadas semanalmente pelo coronavírus, o que representa mais de sete milhões de novos casos de infecção somente na primeira semana de 2022.

Do número total de países considerados europeus pela OMS, 50 já relataram casos da variante ômicron, que tem se tornado rapidamente a variante dominante na Europa Ocidental e agora tem se espalhado pela região dos Bálcãs.

Kluge pediu aos países da região ainda não afetados pela nova variante que adotem medidas como o uso de máscaras de alta qualidade, o impulsionamento da vacinação completa, incluindo doses de reforço, e a preparação de sistemas de resposta que incluam, por exemplo, testes mais acessíveis.

Em países onde já existe uma onda da ômicron, a prioridade deve ser prevenir e reduzir os danos aos grupos vulneráveis e minimizar a pressão sobre os sistemas de saúde e serviços essenciais.

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