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Brasil - Mundo - Novo Normal - Política - 02/16/2022

Em meio a tensões entre Rússia e Ucrania, Bolsonaro faz apelo a “paz mundial” em encontro com Putin

“Pregamos a paz e respeitamos quem age dessa maneira”, diz Bolsonaro ao lado de Putin

Da Redação – Após uma conversa privada, os presidentes Jair Bolsonaro (PL) e Vladimir Putin (Единая Россия, Yedinaya Rossiya ou partido Rússia Unida), da Rússia, fizeram um pronunciamento público. Na fala de Bolsonaro, o mandatário brasileiro evitou citar as tensões entre russos e ucranianos, mas pregou a paz mundial.

Bolsonaro mencionou as matrizes energéticas brasileira e possibilidades de exploração da extração de gás e petróleo em parceria com a Rússia, além do interesse do país em comprar produtos brasileiros de origem animal. O presidente também citou que o encontro com Putin durou cerca de duas horas e elogiou a conversa.

“É sinal de que duas grande potencial tem muito a avançar e interagir para o benefício dos nossos povos. E repito: o mundo é a nossa casa e Deus está acima de todos nós. Pregamos a paz e respeitamos todos que agem dessa maneira, afinal de contas, esse é o interesse de todos nós, a paz no mundo”, declarou o presidente da República.

Bolsonaro ainda agradeceu a Putin por defender o que chamou de “soberania brasileira” em relação à Amazônia. “Muito obrigado ao presidente Putin pela acolhida, pelos temas tratados conosco e pela confiança depositada em nosso país.”

A ida de Bolsonaro a Rússia chegou a ser questionada por ministros do governo por ocorrer em um momento sensível para a geopolítica da região: a Rússia é acusada por países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de se organizar para atacar a Ucrânia; o país nega as intenções, mas exige dos Estados Unidos e aliados que limitem as atuações militares em conjunto com os ucranianos.

Bolsonaro em Budapeste
Agora, Bolsonaro irá para a Hungria, onde se encontrará com o primeiro-ministro Viktor Orbán. O encontro com Orbán é uma forma de fazer um aceno para a base mais radical, que se identifica com o primeiro-ministro húngaro.

Em abril, a Hungria passará por uma nova eleição. Com o objetivo de derrotar Viktor Orbán, seis partidos de oposição se juntaram.

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