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Biden - Mundo - Política - Trump - 10/26/2021

Aprovação de Biden só não é pior do que a de Trump, informa pesquisa do instituto Gallup

De acordo com a pesquisa, o democrata tem, com aproximadamente nove meses de mandato, 42% de aprovação dos americanos. Já o republicano apresentava 37% a essa altura do mandato, em 2017. A Gallup faz essa pesquisa há quase 50 anos

JSNEWS (COM CNN) – A aprovação de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos só não é pior do que a de Donald Trump. É o que aponta pesquisa Gallup e divulgada nessa terça-feira, 26, pela CNN.

De acordo com a pesquisa, o democrata tem, com aproximadamente nove meses de mandato, 42% de aprovação dos americanos. Já o republicano apresentava 37% a essa altura do mandato, em 2017. A Gallup faz essa pesquisa há quase 50 anos, confira mais abaixo a lista de aprovações:

  • Biden 42% (272 dias)
  • Donald Trump 37% (283 dias)
  • Barack Obama 52% (271 dias)
  • George W. Bush 88% (288 dias)
  • Bill Clinton 47% (271 dias)
  • George HW Bush 70% (289 dias)
  • Ronald Reagan 53% (286 dias)
  • Jimmy Carter 54% (277 dias)

Os números de Biden caíram rapidamente nas pesquisas da Gallup nos últimos meses. Até junho, 56% do país aprovava o trabalho que o democrata estava fazendo. Esse número começou a cair no final do verão — 49% de aprovação em agosto para 43% em setembro — e permaneceu nesse número baixo durante a maior parte do outono.

Essa queda vertiginosa aconteceu em meio a uma série de eventos negativos, como a retirada das tropas americanas do Afeganistão, aumento de casos da covid-19 por causa da variante delta e problemas na cadeia de abastecimento.

A CNN aponta que há um perigo no índice de aprovação de Joe Biden para os candidatos de seu partido nas próximas eleições de meio de mandato. Se a avaliação estiver inferior a 50%, os democratas podem perder cerca de 37 cadeiras na Câmara.

Em 2018, o índice de aprovação de Trump na pesquisa final do Gallup antes da eleição estava atolado na casa dos 40 pontos e os republicanos perderam 40 cadeiras na Câmara (e a maioria).
Em 2010, o índice de aprovação de Obama caiu para 45% e os democratas perderam 63 cadeiras (e a maioria).
Em 1994, o índice de aprovação de Clinton era de 46% e os democratas perderam 53 cadeiras (e a maioria).
As evidências são bastante conclusivas e nenhuma delas aponta para boas notícias para os democratas em 2022.
É importante lembrar que estamos no final de outubro de 2021, não no final de outubro de 2022. E se Biden e os democratas no Congresso conseguirem encontrar uma maneira de chegar a um acordo tanto no plano de infraestrutura “forte” para a segurança social, os democratas poderiam ter um pacote atraente de realizações para vender aos eleitores.

Também existe a realidade de que as linhas de tendência nos casos da Covid-19 estão caindo e, se isso continuar, Biden pode muito bem se beneficiar de uma visão geral melhorada da população.
Mas, neste momento, a aprovação da administração Biden colocam seu partido em uma posição política desconfortável do qual eles têm uma capacidade limitada de controle.

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