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Premiê israelense chama ONU de 'casa das mentiras'

- 21 de Dezembro por FOLHAPRESS

FOLHAPRESS - Israel rejeitou votação sobre Jerusalém na Organização das Nações Unidas prevista para esta quinta-feira (21). A entidade também foi considerada uma "casa das mentiras" pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, informa a France Presse.

Em uma rara reunião, os 193 membros da Assembleia Geral da ONU vão votar nesta quinta se a declaração de Donald Trump (que reconheceu Jerusalém como capital de Israel) será repudiada pelos países membros. Netanyahu, no entanto, repudiu a votação antes mesmo que ela ocorresse.

Na segunda-feira (18), uma tentativa de rejeição à posição dos Estados Unidos já havia sido votada no Conselho de Segurança da ONU.

No entanto, a posição foi vetada pelos Estados Unidos -- um dos 5 países com direito à veto no conselho. Os outros 14 países (o conselho é composto por 15) votaram a favor da rejeição.

Dado o veto dos Estados Unidos, a reuniu da Assembleia Geral foi convocada. A reunião está em consonância com uma resolução de 1950: segundo a regra, uma sessão especial de emergência pode ser convocada na Assembléia Geral se o Conselho de Segurança se omitir.

Israel, contudo, sinalizou que vai rejeitar com veemência qualquer postura contrária emitida pela ONU sobre o assunto.

"Foram necessários 70 anos para que os Estados Unidos reconhecessem oficialmente [Jerusalém como capital de Israel] e levará muitos anos até que a ONU também o reconheça", afirmou.

"O Estado de Israel rejeita categoricamente esta votação, mesmo antes da aprovação", completou o primeiro-ministro israelense.

Transferência de embaixadas

Netanyahu afirmou que outros países devem transferir sua embaixada de Tel Aviv a Jerusalém, como o presidente Donald Trump prometeu fazer com a representação americana.

Netanyahu agradeceu Trump e a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley.

Israel considerou "histórico" o reconhecimento por Trump de Jerusalém como capital do país. A grande maioria da comunidade internacional, no entanto, condenou o anúncio.

O reconhecimento da cidade como capital, no entanto, é considerado polêmico, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado, e a comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense sobre a cidade como um todo.

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