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Entrada de estrangeiros nos EUA cai no primeiro semestre de 2017

- 30 de Novembro por AP

AP - O número de pessoas que entram nos Estados Unidos sem ter cidadania americana nem visto de residência caiu 3,9% no primeiro semestre deste ano, segundo dados publicados nesta quarta-feira (29).Os dados, que reúnem as entradas no território americano sob o sistema I-94 (isenção de visto), apontam que 33,86 milhões de estrangeiros cruzaram as fronteiras aéreas, terrestres e portuárias dos Estados Unidos, o que representa uma queda de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados, que reúnem as entradas no território americano sob o sistema I-94 (isenção de visto), apontam que 33,86 milhões de estrangeiros cruzaram as fronteiras aéreas, terrestres e portuárias dos Estados Unidos, o que representa uma queda de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O número de chegadas a partir do Canadá aumentou 4,8%, enquanto as viagens com origem no México diminuíram 9,4%, segundo as estatísticas publicadas pela Administração de Comércio Internacional (ITA) e pelo Escritório Nacional de Turismo e Viagens (NTTO).

O presidente Donald Trump quer construir um muro entre o México e os Estados Unidos para frear a imigração ilegal, e as relações entre os dois países se complicaram significativamente desde sua chegada à Casa Branca, em janeiro passado.

Em relação aos visitantes com origem na Europa, a queda é de 2,6%, e no resto do mundo, de 5,7%.

As entradas de cidadãos provenientes da França aumentaram 1,5%, mas as de estrangeiros com origem no Reino Unido caíram 6,2%, e na Rússia, 28,2%.

A diminuição é particularmente acentuada em relação ao Oriente Médio (-29,8%) e à África (-27%).

Em setembro, o governo de Trump proibiu de forma permanente a entrada em território americano de cidadãos de seis países do Oriente Médio e da África (Iêmen, Síria, Líbia, Irã, Somália, Chade), além da Coreia do Norte. Esta decisão está sendo apelada na justiça.

As novas medidas de segurança também obrigam as pessoas que viajam a partir de alguns países do Oriente Médio a não levarem aparelhos eletrônicos na cabine do avião.

Em fevereiro, pouco depois da assinatura do primeiro decreto anti-imigração de Trump, as reservas de viagens para os Estados Unidos já tinham começado a diminuir.

 

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